TEMÁTICA


“Uma boa teoria deve satisfazer a dois requisitos: Precisa descrever com precisão um número razoável de observações, com base em um modelo que contenha poucos elementos arbitrários; e deve prever com boa margem de definição resultados de observações futuras. Qualquer teoria é sempre provisória, no sentido de que é apenas uma hipótese, você nunca poderá prová-la em definitivo. Não importa quantas vezes os resultados das experiências estejam de acordo com algumas teorias, não se pode ter certeza de que a próxima vez o resultado não irá contradizê-las. Por outro lado, você pode refutar uma teoria por encontrar uma única observação que não concorde com as suas previsões”

Stephen Hawking (Uma Breve História do Tempo)

As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento e muito menos de diagnóstico.

Consulte sempre um profissional da saúde.

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15 de jan. de 2016

Dez curiosidades sobre a vagina podem mudar a sua vida




Thais Carvalho Diniz Do UOL, em São Paulo 12/02/2015





 Se você que está lendo esta reportagem é uma mulher, provavelmente, se identificará com pelo menos alguns dos itens listados abaixo. Se é homem, o texto pode ajudá-lo a entender melhor a sua parceira. O assunto? A vagina. 

 Para começar, é preciso diferenciar vagina de vulva. A vulva compreende toda a genitália feminina, incluindo a vagina, que é apenas o canal interno da vulva. Mas até os médicos se referem ao conjunto como vagina.

 O inglês Jamie McCartney criou, em 2011, o "Great Wall of Vagina" (grande mural da vagina, em tradução livre), que traz 400 órgãos esculpidos de gesso, formando um conjunto de dez painéis, justamente para mostrar que, assim como o pênis, cada vagina tem formato, tamanho (pelo menos externo) e aparência diferentes.

 "Muitas mulheres se preocupam com o aspecto do seu órgão genital e o comparam. Pensei que quando elas vissem todas aquelas vaginas no mural se sentiriam mais seguras. É a arte com um propósito social, além de ser um espetáculo surpreendente, claro", afirma o artista.

 Jamie, que disse conhecer apenas cerca de dez das 400 que serviram como voluntárias para o projeto, contou que teve como objetivo "libertar as mulheres da ansiedade e dúvida sobre a estranheza de seu corpo". E deu resultado: "Várias me mandaram e-mails falando que meu trabalho mudou suas vidas, que a autoestima aumentou. Isso é incrível".

 Parte do "Great Wall of Vagina" (grande mural da vagina, em tradução livre), de Jamie McCartney, que estampou 400 vaginas esculpidas em gesso 

A seguir, listamos dez curiosidades. Confira:

 1. Tamanho: a vagina é elástica e, segundo Flávia Fairbanks, membro da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo), o tamanho muda de acordo com a idade. "Na fase adulta, tem de 7 cm a 8 cm de comprimento, em repouso. Durante a relação sexual, essa medida pode chegar a 12 cm de comprimento e 3 cm de largura", afirma. Flávia explica que a cavidade vaginal atinge o máximo de dilatação durante o trabalho de parto: 10 cm.

 2. A vagina "fala": marcas ou manchas na calcinha, mau cheiro e coceira podem ser sinais de alguma doença. O corrimento, porém, nem sempre é um problema: quando é inodoro, trata-se de um mecanismo natural de defesa da mulher. "Quanto ao sexo, dor durante a penetração ou dificuldade de lubrificação podem denunciar uma disfunção sexual que precisa de tratamento", explica a terapeuta sexual Paula Napolitano.

 3. Ruídos: você já se constrangeu durante o sexo por causa de algum barulho na hora da penetração (parecido com gases)? "É normal. Com o movimento sexual, pode haver a entrada de ar na vagina", afirma Carolina Ambrogini, ginecologista, sexóloga e coordenadora do Projeto Afrodite da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

 4. Depilação não faz mal: de acordo com as ginecologistas Flávia Fairbanks e Carolina Ambrogini, os pelos servem como proteção contra atrito e entrada de corpos estranhos na vagina. Porém, não há mal nenhum em depilá-los. "Para as mais sensíveis, deixá-los é mais confortável, por conta do atrito, mas nada é proibido ou prejudicial", diz Carolina.

 5. Plásticas: algumas mulheres se incomodam com o tamanho dos lábios genitais e buscam na cirurgia plástica a saída para se sentirem mais confortáveis com seu corpo. Segundo Luiz Carlos Ishida, cirurgião plástico e membro da SBP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), a procura por esse tipo de intervenção aumentou. "Em 2010, realizávamos cerca de quatro operações dessas por ano. Hoje, não passamos uma semana sem fazer".

6. O poderoso clitóris: muitas mulheres chegam ao orgasmo apenas com o estímulo do clitóris, que está localizado na parte superior da vulva. Segundo Paulo Tessarioli, psicólogo especialista em sexualidade humana, o órgão tem cerca de oito mil terminações nervosas e, por isso, é tão sensível. "Esse detalhe da anatomia feminina é muito curioso, já que a mulher tem um órgão destinado exclusivamente ao prazer", afirma.

 7. Tamanho não é documento: se formos levar em consideração a possibilidade de prazer feminino, a afirmação de que o tamanho do pênis não importa procede. "Os cinco primeiros centímetros da vagina são os mais ricos em terminações nervosas e, por isso, dizer que o pênis maior dá mais prazer é um mito", explica a terapeuta sexual Paula Napolitano. Além disso, a vulva pode ser explorada por inteiro.

 8. Transpiração e ventilação: muitas mulheres se incomodam com o suor vaginal, mas, de acordo com Flávia Fairbanks, por ter grande quantidade de glândulas sudoríparas, a transpiração é natural. "Algumas mulheres relatam que é a região do corpo onde mais suam", conta. Ela explica que, como é um órgão fechado e, por isso, quente e úmido, é favorável à proliferação de fungos e bactérias. "Por isso, quanto mais ventilado for, menores as chances de infecções. Dormir sem calcinha ou usar peças 100% algodão é altamente recomendado".

 9. "Autolimpeza": segundo a médica Flávia Fairbanks, o corrimento inodoro e esbranquiçado é o responsável por eliminar toxinas, bactérias e células mortas vaginais. Justamente por isso, não é preciso lavar o canal vaginal. "Usar água e sabonete com pH neutro na região externa já é suficiente para manter a higiene", diz.

 10. Ginástica vaginal: o pompoarismo é um treinamento da musculatura vaginal que aumenta o prazer sexual do casal durante a penetração. Além disso, a vagina é composta por músculos e precisa ser exercitada, assim como o resto do corpo, segundo a terapeuta sexual Paula Napolitano. "Faz parte do bem-estar e do autoconhecimento feminino. Exercícios como os de contração e relaxamento ajudam a fortalecer a musculatura e deixam a vagina mais sensível. São muito indicados para problemas que podem surgir com a idade, como a flacidez genital e a incontinência urinária".

Fonte: http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2015/02/12/dez-curiosidades-sobre-a-vagina-podem-mudar-a-sua-vida.htm?cmpid=fb-uolnot

12 de jan. de 2016

Por que homens e mulheres devem urinar logo após a relação sexual?



Muitas pessoas, logo após o ato sexual, sentem uma necessidade imediata de urinar.

Isto não é motivo de preocupação, é algo completamente normal e natural por conta das características fisiológicas humanas.

 No caso da mulher, o canal genital localiza-se próximo à sua bexiga. Quando há penetração, um estímulo local provoca a vontade de urinar. No clímax sexual feminino, há um relaxamento nos músculos pélvicos e na região dos genitais que é muito intenso, e a sequência do prazer na região vaginal, que podem durar de 10 a 15 segundos, também aumenta a vontade de urinar.

 É importante saber que os sinais do corpo possuem objetivos muito bem definidos e importantes. Após o sexo, é realmente ideal urinar, pois isso ajuda a eliminar resíduos remanescentes na uretra, combatendo uma possível infecção urinária, tanto para os homens, quanto para mulheres.

 A necessidade é maior nas mulheres por conta da uretra ser mais curta, fazendo com que uma bactéria possa alcançar a bexiga de forma mais fácil. A urina “pós-sexo” pode lavar a uretra e eliminar possíveis bactérias. Vale lembrar que segurar a vontade de urinar por algum tempo aumenta o risco de infecção.

 No caso dos homens, a urina “pós-sexo” não é tão essencial, mas também pode ser útil, principalmente após uma relação sexual feita sem preservativos – salientando que preservativo sempre deve ser usado, mesmo em relações estáveis como em um casamento.

 Neste caso, pode ocorrer um acúmulo de bactérias e secreções dos genitais, além do ânus, na uretra. Isso pode causar danos e infecções na bexiga, próstata, vesícula seminal, e, em alguns casos, afetar os rins. A ejaculação ajuda na eliminação dos resíduos masculinos, mas a urina pode ser um auxílio adicional. 

Fonte: http://www.jornalciencia.com/saude/mente/5405-por-que-homens-e-mulheres-devem-urinar-logo-apos-a-relacao-sexual.html

1 de dez. de 2013

A BUSCA DA VIRILIDADE E OS 15 ANOS DO VIAGRA

 Carlos Eduardo Entini, Rose Saconi e Liz Batista



Retorno do vigor sexual é promessa há mais de um século; revolução veio com vasodilatadores . Do Vinho Caramurú com sua mensagem bíblica "levanta-te e anda" até o Viagra, que há 15 anos foi liberado para o uso, a busca do homem pela ereção perdida foi repleta de promessas. É o que testemunham os anúncios publicados no Estado desde o começo do século 20. O Vinho Caramurú, foi um dos primeiros produtos veiculados no jornal que prometiam devolver a virilidade masculina. Ele foi publicado em 8 de março de 1900. A disfunção erétil, ou impotência sexual, teve vários nomes durante mais de um século de anúncios. Foi, por exemplo, fraqueza genital, fraqueza do sistema 'nervo-sexual', debilidade genital e amortecimento genital. Como as causas não eram claras, na maioria das vezes a disfunção erétil era associada à perda de vigor, à idade ou, genericamente, aos problemas glandulares. Era o que anunciava o Glantona, em 1939. O produto "restabelece as funções glandulares, imprimindo-lhes nova energia propulsora. Transforma em perene mocidade, vidas sombrias, torturadas pela perda da virilidade." Outros produtos diversos aproveitavam a falta de clareza do problema e entravam na briga pelo mercado da virilidade, como era o caso da aveia Quaker Oats, que em 1939 "prometia um alimento com ingredientes que produzem energia, força e virilidade". Ou do 'Fosfosol' que era indicado para tudo, desânimo, perda de memória, falta de vitalidade sexual etc. "Você ainda não é um fracassado! Reconquiste sua virilidade livrando-se dêsse terrível complexo de inferioridade que o deprime moral e fisicamente", anunciava a Catuase Composta em 1955. Na sua fórmula, além de diversas substâncias "da nossa flora" e de um "hormônio cerebral e testicular", havia um alcaloide extraído do "Loimbehôa" (sic).
VASODILATADOR
Hoje não é possível saber se o inventor da fórmula da Catuase Composto tinha algum ideia ou informação de que um vasodilatador, no caso o alcaloide, seria o início do caminho que daria uma resposta a boa parte dos casos de disfunção erétil. Antes do Viagra e congêneres, se percebia a ereção como efeito colateral durante o uso de vasodilatadores. É o que acontece com pacientes que sofrem de angina ao colocar um vasodilatador de efeito imediato sob a língua. Era o que acontecia durante a década de 1970 entre aqueles que usavam os 'poppers', outro remédio para angina que quando aspirado tinham ereção e relaxamento muscular. O 'popper' recebeu esse nome por causa do barulho da abertura da ampola. Hoje é uma substância ilícita. Conhecido o caminho, faltava saber a dose e a forma. Para o médico Elsimar Coutinho a revolução na luta contra a impotência se iniciou há três décadas com uso de prostaglandina diretamente no pênis, seja com injeção ou pomada. Antes os vasodilatadores já eram administrados com supervisão médica, mas não se tinha controle dos efeitos e causavam muitos 'incidentes desagradáveis' explica Coutinho. Algumas vezes era necessário aspirar o sangue do pênis. A revolução que as pílulas trouxeram foi no controle da ereção. Mas, mesmo assim, outros tratamentos com ação local ainda são utilizados naqueles pacientes que apresentam reações adversas ou têm problema de coração. Outro efeito colateral das pílulas foi sentido nos consultório médicos. Como elas são vendidas sem receitas, o papel do médico no tratamento da impotência diminui. Eles sumiram dos consultórios, constata Coutinho.
ALGUMAS PROMESSAS ANTES DO VIAGRA
-1905 - Um cinturão de eletricidade prometia a 'recuperação de tudo o que fora perdido'
-1913 - Mecanoteria para a cura da impotência
-1918 - Globéol, um medicamento para ideal para revivificar e refazer o organismo
-1918 - O Elixir Sorèt, um reconstituinte genital que garantia 'o retorno da força natural perdida'
- 1924 - Emulsão de Scott, um remédio que produz robustez e energia também na velhice
-1930 - Quaker Oats, um alimento com ingredientes que produzem energia, força e virilidade
-1936 - Tônico Bayer prometia alegria, força, disposição e juventude
-1937 - Virilase, comprimidos indicados para o combate da impotência
-1937 - Glandophile, drágeas feitas de glândulas de touros para restituição do vigor
-1939 - O 'poderoso tônico sexual' Forsex prometia o fim da impotência masculina
-1944 - Revigorador Virilase, para o homem que quer 'conservar seus atributos e sua força'
-1950 - Pansexol indicado para a 'debilidade sexual de homens e mulheres
-1955 - Catuase Composta prometia virilidade e o fim do complexo de inferioridade
-1960 - Tanagran, fórmula especial para mulheres. Um combate à 'frieza das mortas vivas'

Fonte: http://acervo.estadao.com.br/noticias/acervo,a-busca-da-virilidade-perdida-e-os-15-anos-do-viagra,8958,0.htm

27 de nov. de 2012

Pressão para homens serem dominantes no sexo pode atrapalhar relacionamentos



Ainda há um senso comum de que homens pensam mais em sexo, querem mais sexo, são mais experientes em sexo. E, por mais que, de vez em quando, faça bem para o homem se sentir dessa forma, a expectativa de que ele deve ser o dominante na vida sexual do casal pode atrapalhar o relacionamento.

 É isso que revela uma pesquisa da Universidade de Yale, que analisou 357 mulheres e 126 homens. O estudo buscava entender como andava a confiança sexual de jovens sexualmente ativos. Para isso, eles respondiam a perguntas sobre sua vida ‘entre quatro paredes’ em um computador. ao lado da máquina, havia uma bacia de preservativos femininos (com uma placa instruindo as pessoas a levarem quantos quisessem e mostrando como usá-los). Além das respostas, os pesquisadores analisaram também quantos preservativos os voluntários levavam para casa.

 O resultado mostrou que, quanto mais o voluntário (tanto homens quanto mulheres) acreditava que a vida sexual do casal era responsabilidade do homem, menos confiantes eles se sentiam em situações íntimas – e menos preservativos femininos levavam para casa. Segundo os cientistas, os homens que acreditam serem dominantes acabam se sentindo menos confortáveis para discutir o relacionamento e a dinâmica sexual, prejudicando seus relacionamentos.

 Mulheres que acreditavam na mesma coisa também discutiam menos suas preferências – embora os cientistas notem que é a minoria das moças que acredita que o homem deva se sentir responsável pela vida sexual do casal.
Fonte:
Lu Galastri, repórter da REVISTA GALILEU

23 de out. de 2012

O risco da garganta profunda



Trasmitida por sexo oral e resistente aos antibióticos, uma nova forma de gonorreia de faringe está se tornando epidêmica A Organização Mundial de Saúde estima entre 700 mil e 1 milhão de brasileiros infectados com gonorreia. Nos Estados Unidos, ela é a segunda doença contagiosa mais comum. Causada pela bactéria gonococo, a gonorreia é transmitida principalmente pelo ato sexual. São raros os casos de contaminação por artigos de higiene íntima ou vasos sanitários. O que pouca gente sabe – ou o que muita gente subestima – é o risco de ser contaminado pelo sexo oral. Nessa prática sexual, seja por aversão ao gosto do látex ou pela diminuição da sensibilidade, as pessoas costumam ignorar a camisinha. Isso para não falar do prazer feminino: você conhece alguém com o hábito de cobrir a vagina com papel celofane ou plástico de embalar alimentos para evitar o contato direto com a língua? Pois é. Mas o risco existe – e tem se tornado cada vez mais alto, por causa dos novos hábitos sexuais disseminados pela pornografia disponível na internet. As exibições de cenas explícitas de sexo oral do tipo “garganta profunda”, realizadas por profissionais, parecem estar estimulando os jovens a fazer o mesmo com os seus diversos parceiros – com péssimos resultados. Em Los Angeles, segundo reportagem publicada na revista Newsweek, os casos de gonorreia de faringe aumentaram desde 1988 sete vezes em relação aos de órgãos genitais. “Apesar de as pessoas acharem que sem penetração é seguro, o risco de contaminação pela boca existe”, diz a médica Mariângela Freitas da Silveira, presidente da Sociedade Brasileira de Doenças Sexualmente Transmissíveis. Uma pesquisa americana publicada em 2004 revelou que 82% dos adultos sexualmente ativos nunca usaram preservativo no sexo oral. “Não dá para ser hipócrita: é muito desagradável mesmo”, afirma o ginecologista Paulo Canella, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Por esse motivo, cresceu o número de infectados pela garganta. A outra novidade, igualmente negativa, é que bactéria que migrou para a garganta já não é uma bactéria comum. Ela resiste a boa parte dos antibióticos disponíveis. Até a década de 1980, a gonorreia era curada com penicilina. Num rápido processo de evolução, a bactéria tornou-se resistente a esse tipo de medicamento. Os médicos começaram a usar a quinolona, uma nova classe dos antibióticos. Recentemente, dados epidemiológicos mostraram que também esse antibiótico não faz mais efeito em regiões da Ásia e da Europa. “No Brasil, a resistência da bactéria ainda é baixa”, afirma o infectologista Max Igor Lopes. “Mas estamos vivendo uma epidemia global de doenças sexualmente transmissíveis e nada impede que tenhamos esse problema aqui em breve”. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 10 milhões de brasileiros tiveram alguma DST ao longo da vida sexual. Sabe-se que os homens têm menos chance de serem contaminados no sexo oral. Isso porque a bactéria não gosta de colonizar a parte mais externa da boca (gengiva, língua ou bochecha), uma vez que a saliva tem enzimas que destroem a gonococo. Já as mulheres convivem com um perigo muito maior ao levar a extremidade do pênis até o fundo da boca – ou mesmo até a garganta. O infectologista Max Igor Lopes, do Hospital das Clínicas de São Paulo, afirma que a parte posterior da boca, quente é úmida, é o ambiente propício para a bactéria. “Cerca de 20% das pessoas infectadas têm gonorreia na faringe”, diz Lopes. Os sintomas são de uma inflamação normal – dor, vermelhidão e pus na garganta. Na maioria das vezes, o paciente nem desconfia da doença e é tratado com uma faringite corriqueira. Assim, continua contaminado e transmitindo a bactéria. Diagnosticada, é preciso tratar também os parceiros sexuais com uma dose única de antibiótico.
 NATHALIA ZIEMKIEWICZ

20 de ago. de 2012

1% da população se considera assexual


Passei a adolescência ao lado de um amigo que não ‘pegava’ nenhuma menina. Por isso, ele era chamado pelos colegas de escola de homossexual e a própria família começou a acreditar que era esta a sua orientação sexual – pura falta de esclarecimento. Confesso que eu, no auge dos meus 17 anos, também comecei a acreditar nos boatos. Até que, um dia, ele me chamou para uma conversa. Pensei que ele revelaria para mim, naquela hora, que gostava de meninos. Já tinha até preparado mentalmente meu discurso de aceitação, dizendo que ele teria meu apoio na hora de se assumir. Mas, na verdade, ele perguntou para mim se era normal ‘não sentir atração por ninguém‘. Nem pelas moças e nem pelos rapazes. Ele contou que se esforçou para achar mulheres atraentes, que também considerou a possibilidade de ser homossexual, mas que pensar em outra pessoa o tocando o deixava desconfortável. Não lembro da minha reação. Provavelmente, fiquei sem alguma. O fato é que, até hoje, ele se considera assexual – e é feliz assim. Ultimamente, do alto de nossas ‘mentes abertas’, falamos de heterossexuais, homossexuais e bissexuais. Mas acabamos deixando de fora os assexuais, pessoas que, como meu amigo, não sentem nenhum tipo de atração física. E, segundo uma pesquisa feita no Reino Unido com mais de 18 mil pessoas, analisada por cientistas da Universidade de Brock, no Canadá, 1% da população é assexual. Um número que, em termos mundiais, representa 70 milhões de pessoas – gente pra caramba. E, segundo o professor responsável pela pesquisa, Anthony Bogaert, há pouquíssimos estudos sobre os assexuais e eles podem se sentir excluídos em nossa cultura, que é altamente sexualizada. Bogaert afirma que identificou dois tipos de assexuais: aqueles que têm desejos sexuais, mas não o direcionam para ninguém (e liberam esses desejos através da masturbação) e aqueles que não tem nenhuma vontade sexual. Mas é importante notar que isso não quer dizer que eles sejam incapazes de criar vínculos emocionais com outras pessoas. E tanto homens quanto mulheres assexuais, segundo o professor, até desejam ter filhos e formar famílias – mas através de métodos como a inseminação artificial. Em um mês, o livro Understanding Asexuality, de Bogaert, deve ser lançado. Assim que colocar as minhas mãos em um, devo postar mais informações por aqui. Enquanto isso, caso você queira dividir sua opinião, experiência ou história em relação ao assexualidade, a caixa de comentários e o meu email (do lado direito da tela) estão disponíveis. por LU GALASTRI Estudo via DailyMail

14 de ago. de 2012

Você abriria mão do orgasmo?


Você já ouviu falar de Karezza?
Estes dias li a palavra pela primeira vez pela internet. Aparentemente, ela é derivada do termo italiano para carícia, carinho. Mas, agora, o nome batiza um tratamento para casais em crise que entrou na moda. A ideia é que você faça sexo com seu parceiro/a diariamente, para recuperar a chama perdida. Até aí não há nenhuma novidade, certo? Mas, keep calm e prepare-se para a bomba: na Karezza você precisa transar, mas não pode chegar ao orgasmo. Isso mesmo, apesar de fazer sexo todos os dias, nem homens e nem mulheres que participam desse tratamento podem gozar. Se você sente que está próximo do orgasmo, deve parar por aí. E como isso pode ajudar alguém a salvar seu relacionamento, você pergunta? A teoria, explicada pela sexóloga Deb Feintech, diz que quando acontece a transa, mas sem a explosão neural que é o clímax, o casal acaba se conectando de uma forma muito mais emocional do que física. Feintech diz que propõe a Karezza para seus pacientes durante um mês, para experimentar. Eles devem acordar e partir para a ação, sem pensar muito em estimulação genital – apenas se concentrar um no outro. Acredite ou não, não é a primeira vez que a ideia de sexo sem orgasmo está em alta. O termo ‘Karezza’ foi usado para definir esse tipo de relação pela médica feminista Alice Bunker Stockham (a senhora da foto), na década de 1890. A teoria dela é que ter orgasmos estimula as regiões do cérebro responsáveis pelo prazer e faz você querer mais e mais. E isso, para a médica, poderia levar à traição e ao vício em pornografia para substituir o contato com o parceiro. Na época, talvez a ideia dela tenha feito mais sentido que agora. Afinal, Stockham dizia que praticavam a Karezza sentiriam menos impulsos de forçar suas esposas a situações indesejadas, além de ser uma forma (arriscada, devemos acrescentar) de controle de natalidade – preocupações que, esperamos, casais da atualidade não teriam. Mas, falando em casais da atualidade, será que a Karezza funciona mesmo para salvar relacionamentos? A ABC entrevistou Darryl Keil, um carpinteiro americano que é praticante. Segundo ele, há 8 anos nem ele e nem a sua esposa têm um orgasmo intencional. “Fazemos sexo todo dia e não é chato”, conta Keil, que afirma que agora, sua esposa se sente uma ‘igual no quarto’.
PREJUDICA A SAÚDE?
Segundo o diretor do Departamento de Sexualidade Humana da Sociedade Brasileira de Urologia, Geraldo Faria, impedir o orgasmo, tanto masculino quanto feminino, é interromper um ciclo fisiológico natural. É possível que, para os homens, o ato possa causar uma inflamação na região genital por acúmulo de secreções a longo prazo, mas nenhum estudo foi feito para provar esta teoria. “O importante é que não vejo nenhum benefício em uma terapia destas, nem físico nem emocional. Muitos dos meus pacientes, aliás, são abalados emocionalmente por terem dificuldade de ejacular em suas relações”, conta Faria. O médico também explica que, em casos em que o homem está em abstinência, o corpo acaba ‘encontrando uma saída’, para o acúmulo de fluido e o que pode acontecer são ejaculações ‘não programadas’ durante o sono. Seria uma forma do organismo impedir o acúmulo de sêmen. E qual é sua opinião sobre o assunto? Você acredita que abrir mão do orgasmo pode salvar um relacionamento? Toparia experimentar a Karezza?

LU GALASTRI 

4 de mai. de 2012

Compulsão, vício e recompensa

Como funciona o cérebro de uma pessoa com compulsão sexual e qual é a semelhança entre o comportamento de um dependente químico e alguém com esse transtorno? São perguntas que o colunista Stevens Rehen faz – e responde – à luz do filme ‘Shame’.
Por: Stevens Rehen
Compulsão, vício e recompensa
Em 'Shame', o protagonista tem compulsão por sexo – um transtorno caracterizado pela imposição interna incontrolável em realizar um ato sexual, mesmo que depois gere arrependimento e vergonha. (imagem: reprodução)

 O longa-metragem inglês Shame, lançado no mês passado no Brasil, descreve o cotidiano de Brandon Sullivan, um executivo bem-sucedido cujo descontrole e cuja dependência por sexo trazem consequências devastadoras para a sua vida. Esse tipo de distúrbio é surpreendentemente frequente e está se tornando cada vez mais comum em todo o mundo O personagem é insaciável. Em sua rotina obsessiva, busca relações sexuais a todo o instante, seja com garotas de programa, virtualmente ou em lugares públicos. Apesar de o caso de Brandon parecer exótico e extremo, esse tipo de distúrbio é surpreendentemente frequente e está se tornando cada vez mais comum em todo o mundo. A compulsão por sexo foi originalmente descrita pelo psiquiatra alemão Richard von Krafft-Ebing (1840-1902) em 1886. Entretanto, só recentemente passou a ser definida como transtorno mental. Essa compulsão é caracterizada pela imposição interna incontrolável em realizar um ato sexual mesmo que venha a prejudicar a si próprio ou outras pessoas, por uma excitação gradativa antes de realizá-lo e por um alívio imediato, seguido de arrependimento, após consumá-lo. Causa sofrimento emocional e pode comprometer a saúde financeira e as relações familiares e profissionais do indivíduo. Nos Estados Unidos, estima-se que 5% da população têm comportamento sexual compulsivo. Valores provavelmente muito subestimados, devido ao constrangimento dos envolvidos em revelar a sua condição. Não há estatísticas a respeito no Brasil. 

Recompensa evolutiva
De forma bastante simplificada, sexo é a recompensa evolutiva pela estratégia de reprodução adotada pela espécie humana. É evidente, portanto, a importância biológica de uma associação entre excitação, satisfação e ato sexual. Estudos de neuroimagem funcional em seres humanos demonstraram que o orgasmo afeta as mesmas regiões do cérebro que, por exemplo, o consumo de cocaína. Não é difícil imaginar que comportamentos compulsivos podem levar a adaptações moleculares e celulares no cérebro semelhantes às observadas pelo uso abusivo de drogas. De fato, em 2010, cientistas canadenses demonstraram que, em ratos, ocorre a sensibilização das mesmas regiões cerebrais após relações sexuais repetidas ou exposição à anfetamina. Entre essas regiões, está o núcleo accumbens, estrutura próxima ao hipocampo ligada à sensação do prazer e que faz parte do sistema dopaminérgico mesocorticolímbico.
Corrida em Shame
 É possível especular que um programa intenso de atividade física seja capaz de reduzir os sintomas do transtorno hipersexual. Em um trecho marcante de 'Shame', o protagonista se exercita correndo pelas ruas de Nova Iorque em uma tentativa, inconsciente, de não ceder à compulsão. (imagem: reprodução)

 Há uma associação entre aumento da neurotransmissão dopaminérgica e a compulsão por sexo. De modo semelhante aos efeitos sensibilizantes das drogas de abuso, encontros sexuais repetidos amplificam a resposta à dopamina no núcleo accumbens. A importância de um neurotransmissor – a dopamina – no desencadeamento de transtornos de comportamento pode ser confirmada pelas alterações descritas em algumas pessoas em tratamento da doença de Parkinson. Pelo menos 17% desses pacientes, quando utilizam substâncias que simulam, parcialmente, o efeito da dopamina – os chamados ‘agonistas da dopamina’ –, passam a apresentar transtornos de comportamento, incluindo compulsão por jogos de azar, internet, compras ou sexo. O ato sexual aumenta a expressão do gene de resposta imediata FosB delta no sistema dopaminérgico mesocorticolímbico. O aumento da expressão desse gene melhora o desempenho sexual, enquanto seu bloqueio o prejudica. Tanto as experiências sexuais repetidas quanto o consumo de drogas de abuso também promovem, novamente no núcleo accumbens, a atividade da enzima MAP cinase. Da mesma forma, as alterações na morfologia e nos prolongamentos de neurônios são análogas após exposição continuada a substâncias de abuso ou comportamento sexual compulsivo. Podemos concluir que os mesmos circuitos cerebrais de recompensa e motivação são ativados tanto por substâncias de abuso quanto por compulsão sexual Nos últimos 50 anos, a nosologia psiquiátrica discriminou a busca compulsiva por substâncias (álcool, cocaína, heroína, nicotina) daquela associada a comportamentos (jogos de azar, sexo, internet). Os avanços recentes da ciência, entretanto, têm desafiado esse limite de diagnóstico, apontando vulnerabilidades comuns entre a busca patológica por drogas de abuso e aquelas associadas a exageros de comportamento. Um benefício clínico antecipado pela identificação do sistema dopaminérgico mesocorticolímbico como coadjuvante tanto do abuso de drogas quanto dos transtornos sexuais está na possibilidade de utilização de medicamentos prescritos originalmente para o tratamento de dependência química em casos de compulsão por sexo. Um estudo de 2001 descreveu resultados promissores da utilização do antagonista opioide naltrexona (usado no tratamento de dependentes de álcool e heroína) na redução do comportamento sexual compulsivo. Curiosamente, o exercício físico eleva os níveis cerebrais de opioides endógenos e está associado ao aumento de dopamina no núcleo accumbens de roedores e humanos. A prática crônica de exercícios também é capaz de prevenir o consumo de anfetamina em ratos, além de evitar recaída de fumantes em abstinência. Podemos especular, portanto, que um programa intenso de atividade física talvez seja capaz de reduzir os sintomas do transtorno hipersexual. Em um trecho marcante de Shame (veja no vídeo abaixo), Brandon se exercita correndo pelas ruas de Nova Iorque. Provavelmente uma tentativa inconsciente de não ceder à sua compulsão por sexo.
Stevens Rehen
Instituto de Ciências Biomédicas Universidade Federal do Rio de Janeiro

2 de mai. de 2012

Seis razões pelas quais as mulheres fingem o orgasmo

Foi bom pra você?

Tenho recebido com frequência em meu consultório, mulheres que aparentam ser um furacão na cama e que confidenciam nunca terem tido um orgasmo. Isso mesmo, muitas vezes aquele monumento de mulher que até nós mulheres paramos para olhar quando passa, tem um segredo. É difícil acreditar porque o celular dela está sempre tocando e o assédio dos homens é enorme. Sempre com um namorado bonitão do lado, um corpo de dar inveja a qualquer garotinha e aquelas roupas super transadas. Pois é, essa mulher pode nunca ter tido um orgasmo, ou até mesmo não sentir prazer nas suas relações sexuais. A disfunção sexual feminina é um problema multidimensional, definida pela Associação Americana de Psiquiatria como um distúrbio do desejo e das alterações psicofisiológicas que caracterizam a resposta sexual e causam angústia, stress e dificuldades interpessoais. O que mais me chama atenção é que mesmo com todas as mudanças comportamentais ocorridas nos últimos anos, a disseminação dos conhecimentos em relação a sexualidade feminina e diante da onda de sedução que presenciamos nos dias atuais, a disfunção sexual feminina ainda apresenta uma alta prevalência, atingindo de 20 a 50% das mulheres. Um estudo realizado pelo National Institute of Mental Health and Social Life Survey demonstrou que 43% das mulheres americanas têm algum tipo de disfunção sexual. No Brasil, dados do estudo do comportamento sexual do brasileiro (ECOS), mostram uma prevalência de 30%, sendo as principais queixas a falta de desejo (34,65%) e dificuldades para obter o orgasmo (29,3%).

 "a comunicação é a peça chave na busca do prazer, tanto feminino quanto masculino"

 Da mesma forma que os homens em algum momento da sua vida já falharam durante o ato sexual, quase todas as mulheres em algum ponto de suas vidas já fingiram orgasmo ou êxtase. O mais alarmante é que todo esse fingimento vem acompanhado de diferentes sentimentos como baixa auto-estima, frustração, solidão e depressão. Essa situação na grande maioria das vezes é banalizada e negligenciada pela mulher que demora a buscar ajuda e sofre sozinha. Mas por que ao invés de realizarem seus desejos e se sentirem plenas, as mulheres preferem agradar seus parceiros dando a eles a falsa impressão de que cumpriram seu papel, levando-as ao êxtase total? Qual a necessidade disso? Por que será que as mulheres fingem o orgasmo?

 Diferentes estudos mostram que as causas que prejudicam a resposta sexual feminina, seja de forma pontual ou prolongada, são inúmeras, deflagrando as disfunções sexuais. Dentre elas, podemos citar: repercussões de uma educação rígida, estimulação inadequada das zonas erógenas, conflitos conjugais, falta de atração pelo parceiro, história de violência sexual, ansiedade, depressão, fadiga, doenças físicas (diabetes, coronariopatias, distúrbios hormonais, dislipidemias, entre outras) e uso de medicamentos que inibem a libido. Somam-se a isso as variações de resposta durante o ciclo menstrual (fase estrogênica e fase progesterônica) e o ciclo de vida feminino, cujas sucessivas etapas (menarca, ciclo gravídico-puerperal, climatério, menopausa e senilidade) repercutem de forma diversa, mas sempre impactante, sobre a atividade sexual da mulher.
 Mas eis aqui as 6 principais razões pelas quais as mulheres dizem fingir um orgasmo:
1. Medo de ser considerada fria;
2. Medo de desagradar o parceiro: muitas mulheres se sentem na obrigação de dizer para o homem que estão satisfeitas;
3. Insegurança: Por serem inseguras, algumas mulheres têm medo de mostrar que o parceiro não a está satisfazendo;
4. Baixa auto-estima;
5. Monotonia: Algumas mulheres mantêm um relacionamento, mas já não sentem nenhum desejo pelo marido. O elo que a liga ao parceiro é financeiro ou emocional. Geralmente essas mulheres tentam evitar o sexo com as mais variadas desculpas: dor de cabeça, cansaço, preocupação e sono. Muitas vezes o ato sexual nada mais é do que uma obrigação e nesses casos as mulheres fingem o orgasmo para que o ato sexual seja o mais curto possível. Depois de ver a mulher em pleno êxtase o parceiro se sente liberado para buscar seu prazer e;
6. Medo da solidão.

 Para concluir, vale ressaltar que a comunicação é a peça chave na busca do prazer, tanto feminino quanto masculino. Afinal, o ato sexual é apenas consequência de uma relação. Transparência, respeito e amizade podem romper qualquer tipo de barreira emocional e se a causa for orgânica é preciso procurar o tratamento adequado. Há muito mais numa relação do que o prazer. A mulher pode se sentir satisfeita, física e emocionalmente, mesmo não atingindo o orgasmo. Basta ser feliz.

ESCRITO POR:Evelyn Vinocur
Neuropsiquiatra e psicoterapeuta
foto especialista
ESPECIALISTA MINHA VIDA

1 de mai. de 2012

Ejaculação retardada: conheça as causas e os tratamentos

Disfunção prejudica a autoestima

A prevalência parece ser baixa: aproximadamente 5% dos homens apresentam ejaculação retardada em algum momento da vida, de acordo com os médicos. "No entanto, acreditamos que esse número seja muito maior, já que a maioria dos homens tem vergonha de procurar ajuda", afirma o urologista Milton Skaff, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. Segundo o médico, essa disfunção sexual pode ter causas tanto psicológicas quanto físicas, mas é possível reverter a situação com tratamento individualizado.

 Atraso do orgasmo
 Ao contrário da ejaculação precoce, a retardada ocorre quando o homem demora muito para ejacular durante a relação sexual - ou até não consegue (problema chamado de anejaculação). No entanto, a ereção do pênis e desejo sexual existem. Disfunção prejudica a autoestima Milton Skaff conta que o tempo médio para que a ejaculação aconteça durante o sexo é em torno de cinco minutos, mas é possível controlar e prolongar conscientemente esse tempo. "No caso da ejaculação retardada, entretanto, esse atraso não é consciente- o homem quer chegar ao orgasmo e não consegue, mas o tempo vai variar para cada um", comenta. O problema pode não trazer malefícios diretos à saúde, mas prejudica a qualidade de vida masculina. "Há um impacto na autoestima e na autoconfiança, o que pode gerar dificuldades no relacionamento amoroso", comenta o urologista Milton. Ele conta que a disfunção sexual pode ser temporária, principalmente quando as causas são psicológicas. "Ainda assim, é fundamental conversar com o seu médico para esclarecer e identificar melhor o problema", aconselha.

Causas psicológicas
Na maioria das vezes, a deficiência de ejaculação é causada por fatores psicológicos. Um determinado problema que cause tensão, estresse ou medo no homem é capaz de interferir no organismo e prejudicar o orgasmo. "Pode ser desde um trauma na infância que repercute na idade adulta até o medo de engravidar por conta da relação sexual", exemplifica o urologista e andrologista Cláudio Gorga, da Unimed Paulistana. Confira alguns motivos:
Culpa/ansiedade por motivos religiosos
Medo de engravidar
Estresse
Traumas na infância ou fase adulta
Tensão durante o ato sexual por motivos diversos
 Preferência da masturbação à relação sexual.

 Masturbação influencia?
 Em alguns casos, sim. Muitos dos homens que apresentam ejaculação retardada numa relação sexual, não conseguem ejacular normalmente ao se masturbar. "Há pacientes, principalmente os mais jovens, que têm preferência por masturbação em vez do ato sexual e não conseguem sentir prazer suficiente para ejacular durante a relação", comenta Milton Skaff. Segundo o urologista, este comportamento pode estar muito ligado ao nervosismo e à ansiedade da relação sexual, da pressão para ter um bom desempenho ou do fato de ter que chegar ao orgasmo junto com outra pessoa. Também podem existir situações em que o homem - sobretudo adolescente, que ainda não teve muita experiência sexual - está acostumado a se masturbar fazendo uma pressão excessiva com a mão. Na hora da relação sexual, pode ser que a pressão da penetração vaginal sobre o pênis seja menor do que a realizada com as mãos, dificultando o estímulo no homem para chegar ao orgasmo e ejacular.

Causas orgânicas
 Entre as causas orgânicas mais comuns, está o uso constante de medicamentos antidepressivos. "É comum este tipo de medicação causar retardo ou mesmo grande dificuldade ejaculatória", explica Cláudio Gorga. O envelhecimento também é outro fator influente. "Conforme a idade avança, há uma diminuição da sensibilidade do pênis, afetando a facilidade de atingir um orgasmo", esclarece o urologista Milton. Os fatores orgânicos que mais estão relacionados são:
 - Abuso de álcool e drogas;
 - Diabetes;
- Uso de antidrepressivos e outros medicamentos específicos;
 - Esclerose múltipla;
- Distúrbios hormonais;
 - Lesões neurológicas;
 - Problemas decorrentes do envelhecimento.

 Tratamento individualizado
 Uma vez levantadas as causas da ejaculação retardada, o médico deverá fazer um tratamento específico, com ou sem medicamentos, dependendo dos motivos que levaram à disfunção. "Geralmente, é preciso fazer um trabalho que vai envolver diferentes especialidades. Tanto o urologista quanto psicólogo ou especialidades médicas de alguma doença específica - como um endocrinologista no caso de diabetes", comenta Milton Skaff. O terapeuta sexual também é um ótimo profissional para ajudar a melhorar a relação, principalmente quando a ejaculação retardada atinge um estado que causa frustrações para o casal. "Também é preciso trabalhar a autoestima e a autoconfiança, além de identificar possíveis motivos que causem estresse e tensão no homem", complementa o urologista Milton.
 POR LETÍCIA GONÇALVES

18 de fev. de 2012

Masturbação: Uma mão lava a outra


Desde menina você escuta que não pode colocar a mão aqui ou ali, que não deve cruzar as pernas e segurá-las assim com força, que nada deve tocar aquela região sagrada. E você, quando pequena, fazia isso. Todas nós fazíamos, mesmo sem saber o que era, apenas seguindo o instinto de reproduzir algo 'gostoso' que tinha acontecido por acaso. Instinto.
Já para os meninos é um assunto normal e até tratado com orgulho. "Deixa o menino demorar um pouco mais no banho, ele tá naquela idade...".
Mas e quando o tema passa a ser masturbação a dois? Ah, aí sim é que a coisa fica ainda mais complicada - e gostosa!
Pra mim, o ciclo sexual deveria ser: beijo, masturbação, sexo. Preliminares não são nada mais do que isso: masturbação a dois bem feita. Ok, e sexo oral, mas esse é um assunto mais específico, que fica pra outro post. ;)
A masturbação individual serve para você conhecer seu corpo, descobrir o que dá prazer, como dá prazer, qual a melhor ordem das coisas... E masturbação não tem nada de parecido com sexo. É outra coisa, outra sensação. É você com você, sem preconceito, sem certo ou errado, só prazer.
E para que serve a masturbação a dois? Preparar para o sexo? Não! Masturbação a dois serve para conhecer o outro, que algumas vezes tem o corpo tão diferente do nosso e outras vezes pode ter as mesmas características físicas, mas sensações completamente diferentes. E, para isso, o outro deve suspirar, respirar mais rápido quando der vontade, gemer, segurar a mão no lugar em que ela está e pedir para continuar...
Da mesma maneira que para conhecer as ideias de alguém você bate um papo, para conhecer as preferências sexuais da pessoa a quem você quer dar prazer, vocês se masturbam juntos. E aí não há segredo: é mão na coisa, coisa na mão. Não há mistério.
Mas há nuances. Não queira ir direto ao ponto. Conheça o corpo inteiro da pessoa - tem um filme em que o Ponto G de uma garota é atrás do joelho, por exemplo -, cada pequena parte, cada característica única, a sensação que cada tipo de toque dá. Uma assopradinha pode ser muito melhor do que um toque em alguns caso. Outras vezes a língua funciona muito melhor do que os dedos. Pernas, seios, pele... vocês têm tantas possibilidades. Use a imaginação!
E isso não é para ser feito só uma vez, ou só no começo da relação. Masturbação a dois é a saída para uma vida sexual feliz, realizada. Você não conseguirá fazer seu namorado feliz, sexualmente, se não conhecê-lo. Não dá pra adivinhar o que cada um curte. Explore.
Torne o momento da masturbação uma hora especial do casal. Divirta-se, ria, gema, diga o que vier a cabeça, não se reprima, não se reprima, não-se-re-pri-ma! Sexo é uma das experiências mais incríveis que um casal pode ter, aproveite-a da melhor maneira.
E agora mata a minha curiosidade, na sua relação, há espaço para a boa e velha masturbação?
Fonte: Carol Patrocício/Preliminates

13 de set. de 2011

Sites de relacionamento extraconjugal ganham adeptos no Brasil


Por Cecilia Minner

“A vida é curta. Tenha um caso”, o polêmico slogan vende o site de relacionamento extraconjugal Ashley Madison que, há 10 anos, oferece ‘puladas de cerca’ por todo o mundo. E, no dia 15 de agosto, chega ao Brasil para propor aos compromissados um serviço de qualidade canadense: traição com total discrição e segurança. “Decidi criar o portal porque 30% das pessoas que procuram os sites de relacionamento, em teoria para solteiros, são casadas”, defende o fundador do portal Noel Biderman. A razão deve ter sido semelhante à do portal Ohhtel, também voltado para traição. Mas, como encarar este mercado que parece estar em ascensão? É possível justificar uma traição?

Há quem “jogue a culpa” em problemas emocionais, financeiros... A psicanalista Regina Navarro Lins aponta uma razão simples, mas pouco assumida: variar é bom. “Um casamento pode ser plenamente satisfatório do ponto de vista afetivo e sexual mesmo havendo relações extraconjugais. Afinal, todos estão constantemente expostos a estímulos sexuais novos provenientes de outros, que não o parceiro atual”, explica.

Infidelidade é um meio de manter o casamento

Uma pesquisa feita pelo instituto Tendências Digitales indicou que o Brasil apresenta os maiores índices de infidelidade da América Latina: 70,6% dos homens confessam ter traído pelo menos uma vez na vida. Entre as mulheres, o número percentual é de 56,4%. “A única coisa que importa numa relação é a própria relação; os dois estarem juntos porque gostam da companhia um do outro e fazerem sexo porque sentem prazer”, explica Regina Navarro Lins, autora do livro "Cama na Varanda".

Ninguém deveria ficar preocupado se o parceiro transa ou não com outra pessoa, é em que acredita Regina Navarro Lins. "Homens e mulheres só deveriam se preocupar em responder a duas perguntas: sinto-me amado (a)? sinto-me desejado (a)? Se a resposta for 'sim' para as duas, o que o outro faz quando não está comigo não me diz respeito. Não tenho dúvida de que as pessoas viveriam muito mais satisfeitas".

Noel Biderman, que já sofreu duras críticas da imprensa por seu modelo de negócio, defende que para muitas pessoas a infidelidade é um meio de manter o casamento. “Uma vez escutei de um membro do portal que sua mulher tinha alzheimer. E, com a permisão de seu filho, entrou para Ashleymadison e começou a se encontrar com uma mulher. Com essa amante, ele encontrou um novo sentido para sua vida e mais motivação para cuidar de sua esposa. Essa história é típica do Ashleymadison? Óbvio que não. Mas demonstra que um "affair" é uma situação complexa”, concluiu.

Pesquisa americana levanta uma nova causa para impotência sexual

Quando a mulher fica íntima demais dos companheiros do parceiro,
ele tem 92% mais chances de desenvolver impotência sexual (Foto: 

Mulheres, se vocês têm uma ótima relação com os amigos do seu companheiro talvez seja a hora de se afastar. Um recente estudo americano levantou uma relação entre círculo social e disfunção erétil. Ou seja, quanto mais íntima você for dos "camaradas" do seu parceiro, mais chances ele tem de sofrer de impotência sexual.
Dificuldade de chegar ao orgasmo

Os pesquisadores descrevem a situação como partner betweenness, em que a mulher tem uma amizade com os amigos do parceiro mais forte do que ele mesmo. Essa relação afeta os sentimentos de autonomia e privacidade, que são fundamentais para a masculinidade.

"Os homens que vivenciam o partner betweenness têm mais dificuldade de obter e manter a ereção, e também de chegar ao orgasmo”, relatam os sociólogos Cornwell e Laumann, das Universidades de Chicago e Cornell, nos Estados Unidos. Eles analisaram a relação entre mulheres e homens de idades avançadas e concluíram que quando a mulher fica íntima demais dos companheiros do parceiro, ele tem 92% mais chances de desenvolver impotência sexual.

1 de jul. de 2011

O QUE OS HOMENS ESPERAM DAS MULHERES NA HORA DO SEXO?


Mulheres querem respeito, carinho, dedicação, educação, amor, sinceridade, etc... Mas como sabemos, sem a atração física e a paixão a pessoa seria apenas um amigo. Mas e os homens, o que eles desejam e esperam de uma mulher?


Muitas pesquisas foram realizadas no mundo e os resultados vêm a seguir:


O que você (homem) espera de uma mulher no relacionamento? 
Honestidade e comunicação aberta falando o que pensa; emoção, firmeza, flexibilidade e romantismo; inteligência nos atos do dia a dia para evitar o desgaste da rotina; ter um companheirismo sem cobranças; ter a capacidade de ser criança, mãe e amante ao mesmo tempo; saber organizar e dividir o tempo para as coisas de seu homem, filhos, da família,e também entre estudo, trabalho, lar e amigos.


O que você (homem) acha sexy em uma mulher? 
Os olhos; lábios provocantes; bom senso de humor; pernas e seios bonitos; firmeza muscular; como andam e balançam os cabelos; vestimentas que mostram as suas curvas; o seu cheiro; ela sentir-se a melhor amante do mundo, etc.


E sexualmente, o que faz uma mulher ser uma boa parceira sexual e o que você espera dela? 
Adoro ser seduzido; saiba usar a linguagem do corpo e me faça estremecer com toques; não ter vergonha de experimentar (um número cada vez maior de homens está se dando conta de que sente prazer em ser seduzido).  
Porém poucos homens têm a coragem de pedir a uma mulher que conduza o sexo, principalmente se não for uma parceira na qual ele se sinta seguro e à vontade na intimidade. Na verdade, como o homem teme ser rejeitado sexualmente, levar um "não" ou achar que não está desempenhando o papel de "homem de verdade", faz com que ele omita sua vontade de ser dominado sexualmente. Se não diz, a mulher fica com receio de arriscar uma ousadia.


A mulher assumindo o controle do sexo , uma vez ou outra, vai oferecer um estimulante poderoso para a fantasia sexual masculina, pois vai ver que isso faz parte dos seus delírios sexuais, ainda que nem sempre dito por ele. O jogo do amor deve sempre ter muita fantasia, criatividade nos toques e posições sexuais, cumplicidade e muito sentimento. 
Do que os homens mais gostam nas mulheres?
Bom humor; sensualidade; sensibilidade; maneira carinhosa de ser; maneira cuidadosa e delicada de falar, andar, comunicar-se; firmeza de caráter; inteligência; fogosidade sexual; sociabilidade, charme e beleza; amizade; da sua forma forte de vencer adversidades, de adaptar-se a dificuldades e sair delas rapidamente; de sua maneira sutil e franca de dizer as coisas; e lógico de sua capacidade de manter os gastos dentro de patamares que não o leve à falência. 
Eles gostam daquela mulher que sabe o que pode comprar; que vibra tanto com uma singela rosa quanto com um colar de diamantes; que quando doente, não se afasta de seu leito; que quando ele não está, é mãe, pai e chefe de família sem perder a feminilidade; que quando ele encontra-se indisposto, faz-lhe uma massagem e toma-o no colo; que diz que ele é o melhor amante do mundo, e que de todos os homens da Terra, é o mais viril.


Em resumo, os homens querem uma mulher companheira, parceira, esposa e amante
Fonte:yahoo.minhavida.com.br

4 de jun. de 2011

CUIDADOS DO HOMEM PARA EVITAR A DISFUNÇÃO ERÉTIL



Combata as causas do problema que afeta quase metade da ala masculina

De acordo com os dados mais recentes da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), através de um estudo em 22 cidades brasileiras, 44% dos homens do país possuem disfunção erétil. A doença pode ser definida como a incapacidade de manter uma ereção que permita penetração e ume relação sexual satisfatória para ambos envolvidos. Além disso, foi descoberto que 56% dos homens que sofrem com o problema afirmaram ser hipertensos, 19% diabéticos, 13% têm colesterol alto e, ainda, 12% deles são cardíacos. 

Segundo o especialista em disfunção erétil, Carlos Araújo, não há uma causa única, muito menos um tratamento padrão para o problema. "A solução eficiente é analisar a fundo e com calma o problema do paciente, pois doença atinge pessoas das mais variadas idades e condições", diz o cirurgião vascular. No entanto, existem causas cientificamente comprovadas da disfunção erétil. Conheça-as e saiba como evitar o problema. 

 1 .DURMA BEM
De acordo com um estudo da Unifesp, os pacientes que sofriam de impotência sexual despertavam mais durante a noite e tinham o sono fragmentado, sem conseguir chegar ao estado de sono profundo. "Além disso, a falta de sono aumenta as chances de problemas cardiovasculares e diabetes, favorece o ganho de peso, fatores que contribuem para a impotência", diz Carlos. Outro problema associado é a automedicação de remédios para a impotência, que pode afetar negativamente o sono. "Muitos jovens têm se automedicado sem ter impotência, visando um efeito potencializado da ereção e, pior, associam os remédios à bebidas alcoólicas e drogas. A combinação pode ser fatal", alerta Carlos.
2.DROGAS
 Um estudo da Universidade Real de Londres confirma que o cigarro aumenta o risco de impotência. Homens que fumam têm 40% a mais de risco de sofrer de disfunção erétil. E quanto maior o número de cigarros consumidos, maior a chance de ter problemas na performance sexual. Mesmo aqueles que fumam menos de 20 cigarros por dia têm a chance de sofrer impotência aumentada em 24%. "Isso ocorre porque o cigarro tem substâncias que entopem a microcirculação, o que atinge também o pênis e a ereção", diz o cirurgião. Um estudo da Unifesp também descobriu que entre usuários de álcool, cocaína, crack e ecstasy, 47% têm ejaculação precoce, redução de libido e impotência. "O problema também se relaciona à alterações vasculares, causadas pelo uso prolongado dessas substâncias", afirma o cirurgião. Além disso, remédios como antidepressivos e para a calvície podem influenciar na ereção.
3.MACHUCADOS
Muitos jovens que não sabem a origem do seu problema de ereção, podem ter sofrido um trauma na região do pênis. "Já atendi homens com disfunção erétil que haviam levado uma mordida da parceira no pênis. Nesses casos, em geral, fazemos uma cirurgia", diz Carlos. O trauma é também frequentemente causado durante a prática de esportes. Caso você tenha sofrido algum acidente, por menor que seja, vale fazer uma avaliação com o urologista ou médico especializado.
4.BICICLETA
 Um estudo publicado no Journal of Sexual Medicine alerta que ciclistas, especialmente os homens, devem tomar cuidado com os assentos de bicicleta que escolhem, dando preferência aos que não tem a ponta pronunciada. Muitos estudos anteriores demonstraram que ciclistas tinham maiores chances de ter impotência, por causa da pressão causada pelo assento da bicicleta no períneo. "Não é o caso de parar de andar de bicicleta, pois o problema não é muito comum. Mas vale atentar para o assento correto", diz Carlos.
5.DIABETES
 As artérias do pênis são muito sensíveis às alterações vasculares causadas pelo diabetes. Cerca de metade dos pacientes diabéticos têm problemas de ereção, segundo Carlos. E esses pacientes não podem ser tratados com os remédios mais conhecidos, como o Viagra, pois estes não surtem efeito. Mas há outras formas de tratamento, basta encontrar com um profissional especializado ajuda o quanto antes.
6.BARRIGUINHA
Uma pesquisa realizada pela Escola de Saúde Pública de Harvard mostrou que a obesidade e o sedentarismo aumentam as chances de disfunção erétil. O estudo notou, também, que os obesos sofrem mais com impotência, pois apresentavam o sistema circulatório debilitado, o que reflete na ereção.Além disso, a hipertensão e o colesterol alto têm relação com o problema. Ou seja, a circunferência abdominal não é causa direta da disfunção erétil, mas sim asalterações metabólicasdecorrentes da obesidade podem gerar problemas sexuais. Minhavida.com.br
Fonte:
ANA MARIA MADEIRA . (minhavida.com.br)

31 de mai. de 2011

Compulsão sexual é doença e precisa de tratamento


Antes de começar a discutir qualquer questão a respeito da compulsão sexual, é preciso primeiro esclarecer que existe uma enorme diferença entre ser compulsivo e gostar muito de sexo. Quem alerta é a psicóloga dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, Liliana Seger. 

De acordo com ela, o fato da pessoa ter uma vida sexual intensa, de maneira alguma é um sintoma da compulsão sexual. "Ter muita vontade de transar não caracteriza um transtorno. A diferença é que o compulsivo não consegue resistir aos pensamentos e desejos, que precisam ser saciados no mesmo momento, não importando com quem", explica. 

De verdade, a compulsão sexual, definida por muitos como ninfomania, é um transtorno psiquiátrico do impulso em que o indivíduo tem pensamentos e atos obsessivos envolvendo o sexo. 
Compulsão sexual é doença e precisa de tratamento - Foto: Getty Images
Esse transtorno está intimamente relacionado à ansiedade e, não raro, a outros transtornos obsessivos compulsivos. "Quem sofre desse problema tem dificuldade de pensar e se concentrar em coisas que não estejam relacionadas ao sexo. Além disso, outra característica do compulsivo é agir por impulso, sem premeditar", afirma. 

O grande problema de lidar com essa doença, conforme explica a especialista, é o fato de que o sexo envolve prazer. Nesse sentido, a compulsão não incomoda e, a princípio, não parece fazer mal. Por isso é bastante comum que o compulsivo sexual conviva com esse transtorno por muitos anos, antes de perceber que se trata de um problema sério. "Essas pessoas geralmente só buscam tratamento quando já estão com a vida social totalmente abalada, convivendo com problemas na família, no casamento e até no trabalho", diz Seger.  
Compulsão sexual é doença e precisa de tratamento - Foto: Getty Images
E como o próprio compulsivo tem dificuldade de perceber que sofre de um transtorno do impulso, geralmente os primeiros que notam os sintomas são os familiares, amigos e colegas de trabalho. "A pessoa começa a apresentar modificações relevantes no comportamento: vai constantemente ao banheiro para se masturbar, deixa de conviver com outros indivíduos nas horas livres, e por aí vai", afirma.

Seger revela ainda que a compulsão sexual, em 95% das vezes, se manifesta em homens e, geralmente, a partir dos 30 anos. Para piorar, a própria sociedade acaba endossando esse comportamento, quando considera o homem que se dedica tanto ao sexo como viril e machão. Já em relação às mulheres, esse tipo de atitude é muito menos aceita. 

É possível tratar? 

Para os pacientes que sofrem de compulsão sexual, a médica recomenda terapia sexual, que se baseia na busca pelo controle do comportamento. Em associação ao processo terapêutico, geralmente também são administrados antidepressivos, que colaboram para inibir o desejo. "O indivíduo percebe que é dependente e que não está mais no controle das suas vontades e desejos. O importante é que ele entenda em quais situações fica mais ansioso e, a partir daí, possa aprender a se controlar", esclarece
Fonte:minhavida.com.br

30 de mai. de 2011

A boneca sexual mais moderna do mundo



Divulgação
A moça esquisita da foto acima é a Andy, a boneca sexual mais moderna do mundo, segundo seu fabricante, uma empresa alemã chamada First Androids. Além do rosto assustadoramente humano (comparem com aquelas mulheres cheias de plástica e silicone na boca. Acho que a Andy é mais humana…), ela é programada para respirar ofegantemente, tem ponto G (pelo menos no caso dela é comprovado) e pode ser ajustada para várias posições. Animado? A belezura já pode ser encomendada pelo preço de 3.820 dólares 

Quais os piores lugares para fazer sexo?



Fonte: Época-sexepedia
O site The Frisky fez uma extensa lista com os lugares que as autoras consideram os piores para fazer sexo. Engraçado que alguns estavam na lista dos melhores lugares para transar, segundo a revista Cosmopolitan. Selecionei  10 dos lugares listados pelo the Frisky e gostaria de ajuda para completar a lista. Quais os piores lugares para fazer sexo, na sua opinião?
1- Na areia da praia
2- No banheiro de um ônibus
3- No peitoral da janela
4- Em um veículo em movimento (com o motorista)
5- Em um rio com água gelada
6- Em uma rede
7- Em um carro parado na garagem de amigos ou parentes
8- Em uma saída de emergência
9- Em uma canoa
10- No quarto dos pais

Você já se acidentou usando brinquedos sexuais?


A primeira vez que ouvi uma história de alguém que sofreu um acidente com um vibrador foi no final do ano passado. Um quase acidente, na verdade, muito mais engraçado do que trágico. Uma amiga me contou que, depois de um jantar romântico com o namorado, os dois voltaram para casa animados e ele pegou o vibrador dela (um massageador de clitóris, pequeno, portanto, cuja função não é penetrar a vagina) para estimulá-la. Só que ele se empolgou demais e introduziu o massageador nela. Resultado: o objeto ficou preso dentro dela… e vibrando. Ela disse que ficou desesperada, quase chorando, em pé na cama –  já se imaginando na emergência do hospital explicando para os médicos o que tinha acontecido -, enquanto o namorado tentava resgatar o objeto perdido. No fim, o vibrador foi retirado das profundezas sem a necessidade do vexame no hospital.
Mas contei tudo isso porque acabei de ler uma matéria que fala sobre acidentes com brinquedos sexuais. O artigo diz que a maioria das histórias que circulam pela internet (nos Estados Unidos) é lenda urbana e que a incidência desse tipo de problema é pequena (não me lembro de ter visto muitas histórias do gênero circulando por aqui). O autor cita o que diz ser o primeiro estudo populacional sobre o tema, publicado em 2009 na revista científica “Sex and Marital Therapy”. Os pesquisadores levantaram, durante onze anos, todos os registros de acidentes envolvendo brinquedos sexuais em prontos-socorros dos Estados Unidos. Não foram levados em consideração aqueles que envolviam outros tipos de objetos, como tubos de desodorante, escovas de dentes etc… (minha irmã trabalha em um hospital e sempre conta histórias divertidíssimas envolvendo a retirada de tais objetos de lugares impensáveis- assunto para um próximo post). Eis as conclusões do estudo:
  • 6799 pessoas de 20 anos ou mais foram tratadas nos prontos- socorros dos Estados Unidos por conta de acidentes envolvendo brinquedos sexuais
  • Os homens se acidentaram mais do que as mulheres
  • Pessoas de 30 a 39 anos foram as que mais se machucaram
  • 74% dos acidentes envolviam um vibrador, 13% dildos, 2% anéis e 11% outros
  • 78% dos ferimentos foram anais, 18% na vagina e no pênis e 4% outros
Você já sofreu algum acidente (ou quase) envolvendo brinquedos sexuais?
Fonte:Sexpedia-Época